Videos. Stone Temple Pilots em SP
Tá no ar a chamada para o show da banda.
Mais um job com a voz de taquara rachada deste que digita as teclas.
Numa Tv perto de você.
Depois de uma pequena pausa reflexiva, estamos de volta com a série de entrevistas com os locutores do Clube da Voz.
Antes, um esclarecimento: na postagem com a entrevista do Antônio Viviani, o mesmo, via twitter(@antonioviviani), divulgou a entrevista como sendo uma “homenagem”.
Então, gostaria de esclarecer que essas entrevistas não são e não tem a intenção de ser homenagem ou algum tipo de bajulação, babação de ovo ou correlatos.
Trata-se se um trabalho de pesquisa, até bem simples, que realizei como conclusão do curso de Artes Cênicas, com o intuito de confirmar ou não uma tese e que trouxe luz a vários questionamentos que eu, Marcelo, tinha em relação à função naquele momento e que estou compartilhando com você.
Qualquer interpretação além desta é desnecessária.
Isso posto, falemos sobre a entrevista.
O Luiz Baiano tem um outro tipo de formação.
Não veio do rádio e nem do teatro.
Com muitos anos de estrada, esclareceu alguns pontos muito interessantes sobre o tal mercado, detalhando, principalmente, as mudanças ocorridas no período pós-Collor.
Foi muito simpático e generoso em sua contribuição.
Das entrevistas todas é uma das minhas preferidas.
Vale a audição.
De novo, na mesma tecla.
Você foi ao cinema, viu lá o Tropa de Elite e pensou: poha, esse cara que faz o Capitão Fábio é foda. Puta ator.
Correto?
Mas até outro dia, você não tinha a menor idéia de quem era Milhem Cortaz.
Então, antes de acreditar que a sorte sorriu para o cara e que tudo caiu do céu graças a sei lá o quê, ouça da boca do próprio o tanto de ralação realizada antes do tal “sucesso”.
Confere aí a primeira parte do longo bate-papo e, se interessar, veja os demais no youtube.
Desejo que lhe seja útil.
Então…
Locução, pra mim, é um trabalho de “especialidade” e não pode ser realizado por qualquer pessoa.
Exige a aplicação de uma série de técnicas muito sutis para atender a necessidade específica de cada job.
Leva-se anos pra aprender, entender a dinâmica dessa função e aplicar isso ao trabalho.
Além, é claro, de um belo instrumental físico: boa voz, boa articulação, capacidade de manipular fonemas, entonações, bom nível de compreensão e interpretação de textos e muito, muito bom senso, afinal, o sujeito ou a sujeita será a voz daquele cliente, em cada job.
Correto?
Positivo?
Ok?
Esse é o meu pensamento.
Mas…há quem acredite que basta um microfone USB e um curso de 1 mês no Senac para sair por aí gravando à rodo, como você pode conferir na edição número 52 do Fala Freela, um podcast aí bem bacana.
Clica no link e confere lá se é isso mesmo.
–> link <–
Farô!