Noticias. Ovo ou Galinha?
Tava àtoa na vida e dei de cara com a edição 587, de 15/08/2009, da revista Época.

E eis que na coluna “Vida Útil”, encontro uma reportagem sobre áudio-livros.
E para abrilhantar o minha leitura no trono, não é que a reportagem cita um trabalho meu para Universidade Falada.
Interessante não?
Mais ou menos, afinal, os áudio-livros da Unifa não dão crédito para os narradores, chamam-nos apenas de “Narradores Profissionais”.
Bem, o fato é que entre mais de mil áudio-livros, a autora da reportagem, Luciana Vicária, ouviu um narrado por mim em suas pesquisas e publicou:
“As editoras de audiolivros criaram estratégias para captar a atenção do ouvinte. Trocam de locutor a cada capítulo, como em O discurso sobre o método, de René Descartes (universidadefalada.com.br), e incluem trilhas sonoras como em Iracema, de José de Alencar (universidadefalada.com.br).”
Poxa coleguinha, o discurso foi narrado integralmente pelo mesmo profissional.
Você ouviu mesmo o trabalho?
Bom, barrigadas acontecem, afinal, fechar uma reportagem é tarefa quase inglória.
À mim resta uma missão: ouvir novamente e refletir.
Será que o trabalho é tão bom, a ponto de alguém achar que são vozes diferentes narrando ou o trabalho é tão ruim, a ponto de alguém achar que são vozes diferentes narrando?
Vixi mano.
Mó treta filosófica.
——–
Soluções em voz profissional?
Aqui ó.
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